Resenha: Glória Mortal 2 - J. D. Robb

Fala, galera! A resenha de hoje é do livro Nudez Mortal, 2º volume da série Mortal da autora Nora Roberts com o codinome J. D. Robb.



Título: Glória Mortal
Autor: Nora Roberts/J. D. Robb
Série: Mortal #2
Gênero: Ficção policial, mistério, suspense, romance
Páginas: 363
Editora: Bertrand Brasil
Ano de lançamento: 1995

Sinopse: A primeira vítima foi encontrada caída na calçada, na chuva. A segunda foi morta no próprio prédio onde morava. A tenente Eve Dallas, da Polícia de Nova York, não teve dificuldades para encontrar uma ligação entre os dois crimes. As duas vítimas eram mulheres lindas e muito bem-sucedidas, mas que mantinham relações que poderiam provocar suas mortes. Suas vidas glamourosas e seus casos amorosos eram assunto na cidade, assim como suas relações íntimas com homens poderosos e riquíssimos. Livro escrito por J.D. Robb - pseudônimo da escritora norte-americana Nora Roberts.


Antes de prosseguir com a leitura, você pode querer ler a resenha de Nudez Mortal, 1º livro da série e um post falando dos livros:



Nesse livro, temos mais um caso a ser investigado e que requer rapidez. A primeira vítima é a promotora Cicely Tower, e a princípio até se imagina que possa ser um ato de vingança de algum criminoso condenado por ela. Cicely era uma mulher corajosa, não tinha medo de retaliação e cumpria bem o seu trabalho. A coisa estranha é que ela é rica, tem influência, só frequenta lugares finos. Então por que ela morreu em um lugar frequentado por pessoas no mínimo suspeitas? Por que ela iria até lá de boa vontade?

Uma semana depois temos a segunda vítima, Yvonne Metcalf. É uma atriz de renome, vencedora do Emmy. Foi morta em um beco escuro atrás de seu apartamento e a semelhança dos casos é a causa da morte, corte na jugular. O assassino aparenta ter pressa, e um reloginho apita na cabeça de Eve: ela precisa ser mais rápida que ele. Outra coisa que os dois casos tem em comum é o envolvimento de ambas com Roarke, o novo namorado da nossa tenente. Que merda, hein?

Eve continua sagaz como sempre e admiro a coragem dela, ela não tem mdo do perigo e está disposta a qualquer coisa para conseguir desvendar esse mistério. Infelizmente o trabalho acaba se complicando demais, principalmente quando ela precisa entrevistar a família do Comandante Whitney, afinal eles eram próximos de uma das vítimas. utros personagens acabam aparecendo mais, como a Mavis, até então a única amiga da nossa tenente e Capitão Feeney, que a treinou. Outra figura é a Nadine, repórter que está sempre atrás de uma manchete e quando pode está atrás de Eve em busca de algo para noticiar.

E é bem difícil quando mais uma vez seu namorado está envolvido no caso e interrogá-lo é complicado. Primeiro com seu chefe, agora isso? Por mais que tente disfarçar, é nítido o sofrimento dela porque seu trabalho vem em primeiro lugar, ela precisa seguir os procedimentos e não pode fraquejar só porque é um conhecido ou alguém querido, o serviço preciso ser feito e de forma imparcial.

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Eve sofreu muito no passado por ter sido vítima de abuso sexual, e é horrível ver ela aos poucos relembrando algumas coisas. Como uma mulher que sofreu tanto consegue ser tão forte? Ela se acostumou a ser sozinha, então acaba rolando aquelas briguinhas com o Roarke porque 1: ele acha ridículo estar sendo investigado e 2: ele também tem um passado ruim e rola toda essa vulnerabilidade de se abrir com alguém.

Vou ser bem sincera, nossa tenente é tão fria que quase me assusta. Mas quando finalmente eles se acertam é lindo de se ver, a forma como ela se importa com ele, os diálogos, as cenas. É tudo tão perfeito que quase consigo ouvir o sotaque irlandês dele.


Assassino (passe o mouse para ler): Morse, repórter. Confesso que dessa vez eu errei feio quanto a quem era o assassino. Cheguei a dar umas desconfiadas mas por mais que detestasse aquele personagem, não imaginei que teria aquele sangue-frio.


Livro maravilhoso, mais uma vez supor indico e apesar de ter bastante romance foi um excelente livro de suspense e mistério. Se você gosta de tentar adivinhar quem é o assassino, recomendo.

Quotes


- Coquetel? Que coquetel?
- Aquele que eu já marquei há mais de um mês - lembrou ele enquanto entrava no carro, ao lado dela. - Para dar a partida na arrecadação de fundos para o Instituto de Artes da Estação Grimaldi, em Mônaco. Do qual você concordou em participar e servir de anfitriã. Eve se lembrava, claro. Ele até trouxera para casa um vestido sofisticado que ela deveria usar.
- Você tem certeza de que eu não estava bêbada quando concordei com isso? Palavra de bêbado não vale nada.
- Não, você não estava bêbada - e sorriu enquanto dirigia o carro para fora do estacionamento. - Entretanto, você estava nua, ofegante, e quase implorando por alguma coisa, segundo me pareceu. 

Os mortos eram o seu negócio. Ela convivia com eles, trabalhava com eles, estudava-os; sonhava com eles. E pelo fato de que tudo isso ainda não parecia ser suficiente, em algum lugar profundo e secreto do coração ela os pranteava.  

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