Crítica de Filme: Super Broly - Um Remédio Chamado Ler

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4 de jan de 2019

Crítica de Filme: Super Broly

Acordei com uma notícia maravilhosa: minha mãe disse que iríamos assistir Dragon Ball: Super Broly. Pois é, a família toda é fã. Fomos ao cinema, compramos o ingresso e a primeira cena que fica é: a quantidade de gerações diferentes que estavam por ali. Tinha criança, adolescente, adultos, e a fila estava imensa. Pais de família com camisetas, objetos personalizados, enfim, isso só demonstra que apesar de os anos se passarem, os fãs de Dragon Ball continuam aos montes, e surgindo cada vez mais, algo que nem o tempo consegue diminuir.


Nos minutos iniciais do filme, temos várias sequências de cenas que explicam muita coisa da história de Dragon Ball, que prefiro não detalhar para não dar spoilers, mas achei bem emocionante, ver um pouco mais da origem do Goku, do Vegeta e até mesmo do Broly. Me prendi tanto ali que quando o filme realmente começou parecia até que eu tinha acabado de assistir um filme dentro de outro, e puxa té o gancho para você querer saber o que aconteceu após esses momentos iniciais: ou seja, os desenhos, outros filmes, enfim, o que não falta é conteúdo para ver.

Tem umas cenas de luta bem surreais, que eu fiquei por alguns segundos pensando, "caraca, isso é possível? Eles realmente transformaram esse lugar numa área vulcânica?". Mas aí, é uma animação de luta, não é hora de pensar em física. Broly, que na realidade é um poderoso saiyajin, foi exilado à um planeta remoto pelo próprio rei Vegeta. nessa versão, a raiva dele é justamente por isso, foi criado pelo pai a se vingar pelo exílio.

Freeza aparece e tem seus momentos, voltando a ser aquele vilão que eu amo desprezar. Tivemos algumas cenas engraçadas, alguns momentos interessantes, muitos efeitos especiais e fusão entre Goku e Vegeta, e quando dei por mim o filme já tinha acabado e todos estavam aplaudindo. Eu realmente não conseguia tirar os olhos da tela, era muita coisa acontecendo em um período tão rápido, e passou voando. Eu saí com uma sensação de "quero mais", mas o ingresso valeu a pena. 

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O filme é o vigésimo a ser lançado, o primeiro com a marca Super e o terceiro a ser supervisionado pelo criador Akira Toriyama.

2 comentários:

  1. OLá!! :)

    EU confesso que nunca tinha ouvido falar deste filme e que nunca prestei grande atencao Dragon Ball!

    Ainda bem que gosatste! Realmente, e de realçar o filme conseguir chamar tantas geraçoes diferentes...!

    Boas leituras!! ;)
    no-conforto-dos-livros.webnode.com

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  2. Oi, tudo bem?
    Eu não estava sabendo dessa animação, mas acredito que deve ser muito bacana para os fãs. Confesso que, quando criança, eu não tinha muita paciência com Dragon Ball e os poucos episódios que assisti foram quando estava com meus primos e eles monopolizavam a TV kkkk. No entanto, acho legal essa mistura de gerações no cinema para assistir à animação e, pelo que percebi, parece que ela corresponde às expectativas.
    Beijos!

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