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9 de mar de 2018

Resenha de série: The Sinner

Cartaz de The Sinner










Tenho uma queda (ou melhor, um tombo) por séries curtas. E The Sinner,  uma série de suspense e drama psicológico que está no catálogo da Netiflix tem apenas oito episódios de quarenta minutos de duração cada.

A série é um pouco lenta, apesar de ter um ritmo satisfatório, a lentidão se vê no mexer das câmeras e no silêncio contemplativo. Não se tem pressa de contar a história e aos poucos o quebra-cabeça vai se montando e vamos descobrindo os mistérios da mente da personagem principal, a Cora.
Jéssica Biel como Cora Tannett

A personagem principal, Cora, interpretada pela maravilhosa Jéssica Biel (foto), que a princípio aparenta ser uma pessoa normal, assassina a facadas um desconhecido na praia enquanto está com seu filho e seu esposo. Assim. Do nada. 

Desfere várias facadas, numa cena bem sangrenta em contraste com a paisagem do local que é exuberante. Então, começa a investigação para descobrir o motivo da morte daquele cidadão.

O que seria aparentemente um caso patológico de sanidade mental, desenrola-se, num caso de hipnose e redescoberta do passado de Cora, principalmente, em relação a sua família abusiva. 

 Kathryn Erbe no papel do detetive Fay Ambrose
A série é permeada de flashbacks muito bem filmados e que não confundem o telespectador. Conseguimos, discernir o que é passado e o que é presente. Logo após ao homicídio repentino e bem testemunhado, começa um drama de tribunal e uma investigação onde o policial Ambrose, interpretado pelo Kathryn Erbe, vai tentar ajudar Cora. Mas o mesmo personagem, tem suas subtramas bem desenvolvidas e meio angustiante.

O final da trama é satisfatório, e todos os devaneios e pontas soltas são resolvidas de forma significativa e talvez um pouco previsível.  Mas é uma série redonda e muito boa para quem gosta de série de suspense, drama e de tribunal. Principalmente, ao que tange a memórias e também a questão do uso das memórias e lembranças em um tribunal, tema polêmico e bem controverso.

O elenco de apoio é satisfatório, com destaque para o personagem do JD, gostei bastante dele. Bem misterioso e que passa aquela sensação de perigo eminente. O marido da Cora (não recordo o nome) é um ator bem medíocre hahaha só serve como o típico "galã-machão-rústico-latino". 

Enfim, uma série muito boa. Eu não consegui maratonar, pois achei pesada e arrastada, as cenas de sexo são bem gráficas e explícitas, ou seja, tirem as crianças da sala hahahaha.

2 comentários:

  1. Gostei da resenha a serie parece ser legal, também gosto muito de séries curtas, vou assistir assim que tiver tempo.

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  2. Oi Marcos!!
    Eu assisti essa série em janeiro, se não me engano, e achei bem legal. Também acho que ela finalizou de forma a não nos permitir novas temporadas.
    Nossa, eu achei o marido da Cora é um mega bundão. No momento que a mulher mais precisou, ele simplesmente correu pra casa da mamãe.
    Bjs
    https://almde50tons.wordpress.com/

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