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12 de fev de 2018

Romance - Underdogs


Hey  minna

SK quem vos fala.

Eu tenho estado, além de tudo, bastante apreensivo ultimamente. Hora ou outra, num intervalo do trabalho, almoço ou faculdade eu leio os comentários e tento interagir de alguma forma com vocês e desde minha última postagem (Análise - A origem do herdeiro) me vem crescendo a ideia de que eu sou realmente um velho birrento que não está satisfeito com nada, por isso, inicio minha postagem com uma indagação. Será realmente que eu sou um velho chato ou será que nossos padrões estão baixando de nível? Ora, eu ando pó ai na internet e o que mais velho nos grupos de leituras são romances eróticos ou adultos bombando na net, já li alguns, não consegui terminar, não me entendam mal, só que se trata de uma linguagem obvia com desfechos demasiadamente simples, a musica que ouvimos não nos fala nada, o que lemos na internet é apenas para passar tempo... Enfim... Não estou aqui para criticar negativamente ninguém o que sempre espero fazer seja com meus amigos ou apenas pessoas que conheço, é instigar coisas corriqueiras que nos levam ao limbo do mundo da ignorância e do conformismo... Espero que entendam o velho SK.

Eu nem vou usar riscos nas palavras desta vez, para verem quão sério eu estou. HAHAHA.

Eu não sei se perceberam, mas eu sou amante da literatura fantástica Literatura fantástica - As brumas de Avalon. Entretanto vou ser um pouco contraditório em relação ao explicado acima e falar um pouco sobre um romance simplista, mas que me chamou muita atenção. O romance Underdogs escrito por Markus Zusak que ficou muito conhecido pela obra A garota que roubava livros titulo que eu nunca tive curiosidades de ler. 

Em português não tem titulo oficial, pois  está publicado em trilogia com os dois primeiros volumes publicados pela Bertrand Brasil e o último pela Intrínseca intitulados, respectivamente, de O azarão, Bom de Briga e A garota que eu quero.



Essa foi a primeira trilogia que eu li do final para o começo, está escrito em primeira pessoa e narra a vida pelos olhos de Cameron Wolfe filho mais novo de uma família classe baixa e que vive na sombra de seus irmãos. O que mais me chamou a atenção na trilogia foram os sonhos e poemas narrados pelo garoto a cada vez que termina o capitulo. Cameron almeja ajudar sua ser tão ´bem sucedido´ quanto seu irmão Steve ou tão popular como seu irmão Rube, a narração é simples e o publico alvos são adolescentes e vejam só, o velho rabugento leu uma coisa dessas, quando estamos preenchidos por mundos fantásticos, leituras políticas e sociais uma leitura leve como essa é bastante prazerosa.
´Lixo`, `perdedor´, ´fome´, se eu pudesse definir a trilogia em três palavras seriam essas. Cameron como todo adolescente começa suas narrações numa espécie de sentimento depressivo que percorre ate certo ponto da narração e, logo se transforma em algo a mais,o desejo de mudança de fazer sua própria diferença. Ao final da leitura, apesar de clichê, seu irmão Rube, a quem ele tanto venera lhe diz as palavras que  opinião pessoal certamente aliviam a alma de Cameron e o faz chorar, assim como certamente alivia nossas expectativas e nos deixa satisfeito com a obra.
Os principais traços da obra que me encantou foi a sutileza em determinadas situações e a linguagem de ´moleque´ dos irmãos. Ler Underdogs é sentir a adolescência novamente e na forma mais completa.


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