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17 de ago de 2018

Uma pausa para filosofia (que não será diária nem semanal)

21:53 0 Comments

Alguém e eu morro de curiosidade para saber quem ropôs a seguinte citação para que eu fizesse um post isso aqui vai ser cheio de achismo e opinião própria. E, como eu não fujo da raia, vamos lá...


Antes de começar, quero relembrar que estou falando de Romance Policial, e provavelmente semana que vem teremos sorteio de 1 ou 2 livros do gênero. Dá uma conferida no último post aqui.



Sempre que me proponho a pensar, falar ou escrever sobre as relações humanas eu tenho em mente a contradição de nossa existência, e é por ai que começo sempre.
Já nascemos acorrentados e alienados a realidade à qual pertencemos, isso é um fator ainda mais preocupante na era digital. Quantas crianças não são viciadas em ´ influenciadores digitais ´? Se uma pesquisa for feita, com certeza as crianças e adolescentes seriam o alvo principal de youtubers, por exemplo. Somos um sabonete que passa de mão a mão nos dando uma forma a medida em que vamos enrijecendo e ficando menos maleável. E quando chegamos à idade adulta e estamos ´formados´ aquela sensação de inquietude, desprazer e dependência vai nos cercando. Ora, se vivemos a vida inteira pelos preceitos de outrem como de repente devemos criar nossos preceitos nós mesmos?

Nesse ponto já podemos começar a falar da frase. Não existe uma pessoa sequer nesse mundo que não tenha em si tudo que é preciso parar formar um ser humano completo, subjetivamente falando.  Vejamos as coisas de uma forma bem simples, se eu me vejo como um ser completo mesmo com minhas incoerências, meus problemas e meus defeitos eu sou julgado enquanto um filha da p*ta egoísta, se eu me deixo de lado para me doar aos próximos eu sou um trouxa. Ao contrario do que se diz altruísmo e egoísmo não são tão opostos assim, são a mesma coisa com foco em pessoas diferentes.

Por fim, retorno a ideia não citada aqui ainda de que damos muita significância as nossas ações porque somos carentes de importância. Temos a necessidade de guardar um segredo ou nos reconhecermos altruístas para podermos sustentar a ideia de que somos importantes e vitais em algum lugar/espaço.

Aquele não era o fim Eu acho difícil falar sinteticamente, são muitos pontos a serem abordados nessa única frase. Em suma, o que posso dizer é que desde a imagem a combinação de palavras nada mais é que uma construção social onde podemos enxergar o mal e o bem de forma clara e nos identificarmos em um dos dois lados. Essas malditas correntes sociais vem nos arrastando de volta ao ponto em que nossos desejos e pensamentos se tornem algo que já não é nosso.

Talvez eu seja muito jovem e inexperiente simplesmente pra me propor a discutir sobre questão como estas, mas como algum autor já disse por ai, tudo bem não estar bem; eu não sou responsável pela forma que meus receptores interpretam meus posts, sou apenas responsável pelo que produzo e estou sempre disposto a me doar 100% seja em um post, uma conversa, um relacionamento amoroso, na família ou no trabalho tendo sempre em mente que sou repleto de incoerências, imperfeições e problemas. Ainda assim, nada, hoje! me impede de entregar as pessoas a peça que ela acha que falta em si. Essa peça não está em mim, o máximo que fazemos é encontrar uma peça mal-encaixada em outrem e ajusta-la, isso não nos compromete em nada se não quisermos...

Para finalizar relembro a mais brilhante frase (romantica) que já li em um livro.

 


~ Cada um aceita o amor que acha que merece ~ Stephen Chbosky














Pense que devemos parar de ser fartos de outrem e escassos de nós mesmos, ai encontraremos o amor que realmente merecemos.

Mais uma vez eu poderia ficar aqui escrevendo por páginas e páginas, o fim nunca me agrada...






É isso caros leitores... Encerramos nossa programação especial, na semana que vem voltamos a nossa programação padrão. SK vos deixa e espera sua colaboração para (re)aprender uma melhor forma de SER.




16 de ago de 2018

O nada romântico romance policial de Edgar Allan Poe

00:41 2 Comments

O nada romântico romance policial de Edgar Allan Poe

Hello darkness my old friends,
Como sempre eu tenho dificuldades para encontrar um início... Eu estava hoje com um sentimento muito grande de nostalgia então, pensei que poderia usar essa boa sensação para escrever algo. Sabe aquela nostalgia quando o inverno chega você entra na biblioteca da escola e encontra um grande livro verde. Você fica no frio com uma xícara de café deitado na cama ou sentado na sala lendo, lendo, lendo... o final de semana inteiro. É maravilhoso, foi maravilhoso! Foi quando eu descobri que a literatura mudaria minha vida para sempre.



As aventuras de Sherlock Holmes, eu poderia ficar aqui por parágrafos e parágrafos falando sobre a obra e o porquê dela ter sido tão importante para mim, mas o foco hoje é outro. Vamos voltar um pouco no tempo e falar sobre um dos contos de Edgar Allan Poe o pica das galáxias mestre do terror. Afinal, como é de conhecimento publico, o gênero do Romance Policial começou com ele e seu detetive Dupin. Em termos gerais, os contos de Poe são alucinante, carregado de negatividade em seu terror ele consegue de uma maneira singular deixar o leitor com uma sensação de estranhamento, as vezes até desconfiado de todos ao redor. Eu na recomento à crianças, a não ser que ela queira. 

Mas... Um conto em particular chama muita a atenção, particularmente eu o considero uma das narrativas mais leve do autor onde ele deixa, inicialmente, a sensação de estranhamento do leitor para/com os acontecimentos cotidianos e parte para o mistério. Em os assassinatos da Rua Morgue um narrador desconhecido e seu amigo detetive Dupin investigam dois assassinatos que acontecem na França. A trama, que inicialmente traz questões filosóficas aparenta uma história entediante confesso que mais uma vez eu quase dormia antes da melhor parte,  entretanto, quando o assassinato é posto e a investigação começa cada pagina torna-se mais empolgante. O fator principal do criminoso falar um língua que ninguém na vizinhança reconhecia é o que nos deixa mais instigado, sabemos que tinha alguém no apartamento das mulheres assassinadas, sabemos que nenhum tesouro havia sido roubado, e sabíamos que o assassino não falava nenhuma das 7 línguas mais conhecidas da época. Sabíamos tudo sobre o assassinato, mas continuávamos incapazes de identificar o malfeitor. Enquanto sabíamos que o detetive conseguiu com muita facilidade.

O sentimento de fracasso e de curiosidade que acompanha a leitura de gêneros do Romance Policial um dos meus preferidos, isso e as perspectivas que ele atribui para os acontecimentos cotidianos ligados a criminalidade.  Ao final da investigação Poe nos impressiona ao apresentar os fatos e o inimaginável criminoso. O conto Os assassinatos da Rua Morgue é uma narrativa rápida, instigante, prazerosa eu poderia usar mais outros tantos adjetivos que nos prende do meio até o final é, o começo é meio sonolento.

Eu sempre tenho uma dificuldade maior em ser sucinto do que em encontrar uma forma de iniciar a escrita, mas espero que vocês tenham gostado. Ao final da nossa terceira conversa farei o sorteio de um livro, pelo blog ou facebook...



Câmbio, SK desliga!


10 de ago de 2018

Blogueiras que são um porre

18:42 3 Comments
Esse post de hoje é um desabafo, e o que vou contar são as minhas impressões e opinião a respeito de certos tipos de blogueiras. Sinta-se à vontade para discordar, para mostrar outros pontos de vista ou também trazer alguns relatos.

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Ser blogueira é uma coisa única. Você posta e fala sobre assuntos do seu interesse e que seu público acompanha. Claro que o termo "blogueira" abrange muito mais do que um blog: somos criadoras de conteúdo. Estamos no blog, mas também no facebook em páginas e grupos, no twitter, instagram, youtube, etc.

Acho maravilhoso quando sou reconhecida por isso, sabe? Quero crescer cada vez mais, em questão de conteúdo, qualidade, seguidores. E continuar sendo convidada para os eventos, seja como imprensa ou como influenciadora digital.

Eu sei que, apesar de todas as conquistas, ainda tenho muito a percorrer, e perto de algumas blogueiras que possuem milhões de seguidores, quem sou eu?

Mas tem uma coisa que realmente tem me irritado na blogosfera, algo que acaba manchando a imagem do restante: blogueiras esnobes. Aquelas que, na frente das câmeras, é tudo sorriso, porém nos bastidores são um porre.

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Vou dar um exemplo de como a situação funciona. Eu tive o prazer de ir para a BGS - Brasil Game Show - nos últimos dois anos, e conheci youtubers, criadores de conteúdo, pessoas que são blogueiros e afins e que estavam ali a trabalho, assim como eu, mas também para se divertir. Conheci pessoas incríveis, a quem tenho prazer de chamar de amigos, e que se ajudam. Trocam dicas, conselhos, divulgação. Nos esbarramos na sala de imprensa, contamos histórias, damos risada.

Na Bienal do Livro de SP, a qual também fui convidada nos últimos anos para participar, também conheci muita gente. Na sala de imprensa, vemos jornalistas, blogueiros, autores, todos dividindo o mesmo espaço e trocando figurinhas. Contamos histórias, experiências, e respeitamos o trabalho que cada um desempenha, mesmo que seja algo da qual não gostamos ou concordamos.

Na Influbeauty, evento realizado pela Muriel Cosméticos, temos as influenciadoras do público feminino. Moda, cabelo, comportamento, etc. É aqui onde encontramos o maior câncer. Não estou querendo generalizar, ok? Me refiro ao segmento, público. Não são todas, o evento é magnífico, os organizadores sempre de parabéns pelo evento e prestígio, eu mesma fui convidada e achei mara. Mas tem umas blogueiras que ali estavam que se acham demais.

A falta de respeito começa quando um diretor da Muriel Cosméticos está falando e pedindo a atenção de todas para alguns anúncios, quase implorando para ser ouvido naquele momento, e o que muitas estão fazendo? Conversando, rindo, tirando fotos, falando de assuntos aleatórios. Nada contra, mas tem momentos pra isso. Só que algumas ali olhavam com cara de deboche e superioridade até para com os garçons. Tipo assim, qual a necessidade disso?

E não falo só desse evento, me refiro a outros. Blogueiras gritando com atendente, esnobando os funcionários, dizendo ao recepcionista "eu não sou obrigada a pegar fila, anda logo, eu tenho VÁÁÁÁRIOS seguidores, sou importante, ANDAAA!"

O engraçado é que se a pessoa tivesse milhões de seguidores, ainda assim seria injustificado, mas você pensaria, "poxa, a fama subiu a cabeça". Só que algumas nem são tão famosas assim, o que justifica esse comportamento?

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Conversando com alguns organizadores de eventos, eles dizem que não suportam mais blogueiros porque eles são chatos, superficiais, mimados, parecem crianças birrentas no celular, e agem como se fossem estrelas e que todos devem admirá-los e obedecer suas regras.

Então eu convenço eles de que isso não é verdade, tem blogueiros maravilhosos por aí e que são humildes, isso é muita generalização. Então eu ouço uma funcionária de uma agência voltada a blogueiros dizer o seguinte: "eu odeio trabalhar com blogueiros. Eles falam comigo como se eu fosse menos do que eles. Não suporto mais".

E o pior é que até eu que sou blogueira já presenciei cenas assim, como negar? Hoje mesmo, mandei uma mensagem a uma blogueira perguntando sobre um evento, pois eu havia visto que ela já tinha ido e queria saber como chegar ao local, pois no google maps não aparecia resultados de ônibus próximos. A resposta dela? "Existe um aplicativo chamado google maps, acho que você deveria usar", no maior tom de deboche. O que custava a pessoa, que já foi até o local, dizer como fez para chegar lá? É uma arrogância, sabe?

Ainda bem que grande parte dos blogueiros que conheço são pessoas ótimas, que se ajudam, e que não agem assim. Como eu disse, não são todos, mas esses poucos mancham o restante de nós de uma forma... Faz com que outras pessoas achem que somos todos assim.

Espero crescer sim, chegar a quem sabe milhões de seguidores, mas espero sinceramente jamais ser assim. Não importa se é um faxineiro, um garçom, é indiferente: ninguém deveria achar que é superior a outra pessoa. Seja pela cor da pele, pelo status, dinheiro e principalmente pelos seguidores.

E um recado aí a quem tem esse tipo de comportamento: menos, ta. Claro que as empresas estão interessadas em nós, blogueiros, e que influenciadores, como o próprio nome diz, tem prestígio por ter essa capacidade de influenciar muita gente, mas deem valor a esse prestígio.

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9 de ago de 2018

Lista de Desejos: Dresslily

17:07 0 Comments
Oi, pessoas! Estamos em plena semana de Bienal do Livro rolando, e quem não pode ir deve estar aí se debulhando em lágrimas haha. Posso dizer que fui, me diverti muito e pretendo ir novamente, em breve divulgarei post e vídeo de como foi lá.

E fiz tantas compras... Fui com a intenção de só gastar no máximo uns R$ 50,00, quando vi já tinha levado 4/5 livros de Game of Thrones, trilogia Encantadas, trilogia O Teste, Alien, entre outros que nem lembro o nome. É, esse mundo capitalista que faz a gente gastar sem pensar...

Mas deixando esse sofrimento de lado, vim falar com vocês a respeito de um site online de roupas chamado dresslily, porque afinaal não só de livro vive um homem (comida e roupas também).

Eu estava passeando pelo site, e decidi fazer uma lista de desejos que eu gostaria de ter da loja, e selecionei alguns modelinhos pra vocês verem. E aproveitar que estamos em mês de BEDA (mês em que o blog deveria fazer post todos os dias mas esqueci de fazer haha) para me redimir, então por mais que eu não poste todos os dias, vou me esforçar para trazer coisas novas esse mês. Então, confiram:

Dresslily 6º Aniversário






Eu não sei o nome dessa roupa, mas amei muito esse vestido. Ele me lembra um pouco essas protagonistas de livros de romance fofinhas e também com uma pegada meio romance histórico só que sem deixar de ser atual. O nome em original acho que é Zipper Embellished Tartan Print A Line Dress, vale a pena dar uma olhada.


Nem gosto de vestido ne rsrs. Assim que olhei pra esse meu coração disparou. Achei lindo as cores, o formato, só queria saber se alcança meu joelho ou não. Eu super iria em um encontro de leitores ou clube de algum livro assim. Na realidade, sairia pra qualquer lugar legal assim. Me lembra parques e bosques e uma mocinha andando feliz e descontraída. O nome dessa no site é Button Embellished Striped Insert Vintage Dress.


Esse é simplesmente minha cara. Mano do céu, já me imagino indo em uma festa de halloween com ele haha.


Esse aqui é para Plus Size, e apesar de não ter esse tamanho, achei mara.



Pra não ficar só postando vestidos (porque sim, eu estava pensando em fazer isso) decidi pegar uma blusa também. Achei essa bem bonita, ela tem um designer que deixa soltinha mas que super combinou com o corpo da modelo. Será que combinaria comigo? Fica a dúvida. O nome dessa é Keyhole Neck Shiny Brim Chiffon Blouse.

E tem outros modelos também que me chamaram atenção, dá uma olhada nessas imagens:


E tem um moonte de outros itens no site, então se você estiver interessado em alguma dessas peças ou querer conhecer mais a respeito é so acessar o site da Dresslily. É hora de atualizar seu guarda-roupa! DressLily preparar os melhores de alta qualidade, mas de baixo os preços dos produtos para você, torná-lo livre em todas as ocasiões, de segunda a sexta-feira.

Aqui estão o recém-chegado:


E não tem só roupa ta gente, tem bastante variedade.

Halloween Castle Pumpkin Pattern Door Stickers Halloween Crossbones Skull Wall Hanging Decoration Halloween Death Print Wall Art Stickers Beautiful Print Wall Art Stickers Powder Room Pattern Door Stickers


E tem códigos também ta, de desconto. Use o código "DLjanedw4" por US $ 3 de desconto $ 25; $ 6 no $ 50; $ 12 off $ 100;

E aí, de qual você gostou mais?

4 de ago de 2018

Bienal Internacional do Livro 2018

15:18 1 Comments
Oi, pessoas! Boa tardeeee. Hoje vim trazer pra vocês um post especial sobre a Bienal do Livro 2018, um evento que ocorre em várias cidades mas que dessa vez será em São Paulo.

Bienal Internacional do Livro: o paraíso dos leitores

Sou bem suspeita para falar desse evento porque sou apaixonada por livros, então a Bienal é quase que um paraíso. No ano de 2016, foi minha 1ª vez no evento e foi mara, apesar de eu só ter conseguido ir em um dia - e justo em um domingo, o dia mais cheio.

Consegui credencial como imprensa, o que por si só já foi algo a mais. Dessa vez, me programei para ir em um dia da semana, 2 domingos e 1 sábado, então vai dar para dar aquela aproveitada haha.

Separei algumas dicas para aqueles que estão pensando em ir, então confiram:


  • Vá com uma roupa e um CALÇADO confortável. Sério, gente, aquele lugar é enooorme, cheio de pessoas, e você vai andar bastante. Pode ficar com calor, o pé acabar doendo, então pensem duas vezes com qual roupa irão e mulheres: evitem salto alto. Se for inevitável, deixem um sapato ou chinelos na bolsa porque quando o evento acabar, meu amigo, não vai ter calor que aguentem.



  • Leve bolsas com você, mas VAZIAS, ou com o mínimo de objetos possíveis. Uma blusa de frio, um guarda-chuva, a gente entende, mas sério, tentem ir o menos sobrecarregado possível, pois a tendência é você acabar comprando coisas lá e vai acabar carregando peso.  


  • Compre seu ingresso antecipadamente no site do evento (clique aqui para comprar). Assim você evita pegar filas e se estressar à toa, e o mais vital: Não esqueça os documentos, principalmente se você tem direito a meia- entrada ou entrada gratuita.

  • Leve comida: a praça de alimentação desses eventos podem ser enormes, mas os preços são um pouco salgados, se é que me entendem. Então para não passar fome e não se assustar com os preços da comida, vá preparado. Leve uma fruta, algumas bolachas, barrinha de cereal. Não precisa ir como se tivesse acabado de fazer compras no supermercado, mas vá prevenido. 

  • Leve o carregador do celular. Você pode querer tirar fotos, fazer filmagens, ou precisar se comunicar com alguém. Eu fiz a besteira de ir com pouca carga na bienal, e acabei perdendo minha irmã de vista. Meu celular descarregado, eu não sabia o número de telefone dela pois estava gravado no aparelho. Pra se perder de alguém ali é um passo.

  • Beba água. MUUUUITA água. Ou você vai ficar desidratado.

  •  Veja o trajeto que você vai fazer antecipadamente. Vai de ônibus? Metrô/trem? Verifique rotas para não ficar perdido. Recomendo irem pela estação Tietê, pois terá ônibus gratuito de ida e volta ao evento;

  • Leve dinheiro em espécie porque quem paga em dinheiro geralmente é atendido mais rápido. Lembro que na maioria das estandes era como se tivessem 2 filas: a dos que estavam com cartão e as que estavam com dinheiro. Era uma diferença gritante: quem tinha dinheiro era só chegar no balcão e pronto, enquanto quem tinha cartão chegava a passar 20 minutos na fila.

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Bom, galera, essas foram as dicas que tenho para deixar hoje, e em breve farei mais posts sobre como foi minha bienal. Beijooos e até a próxima.

1 de ago de 2018

Da fofurice à resistência, prewiew de lançamentos da Escolar 2018

00:08 0 Comments

   A partir do dia 5 de agosto acontecerá no Expo Center Norte a Escolar Office Brasil 2018– Feira Internacional de Produtos para Papelarias, Escritórios e Escolas, voltada para profissionais do setor, é a feira mais importante para os negócios do segmento papelaria e material de escritório, a feira apresenta mais de 150 expositores, que representam mais de 200 marcas de artigos gerais para papelaria e bazar, mochilas, materiais escolares, informática e tecnologia, presentes, brinquedos didáticos, artesanato e produtos para escritório, além de antecipar tendências e promover negócios entre fornecedores e varejo.
  
As marcas presentes na Escolar Office Brasil 2018 começam a apresentar suas novidades que serão lançadas e logo estarão disponíveis para o público. Os primeiros produtos a serem revelados são as indispensáveis mochilas. A Seanite por exemplo traz o modelo clássico e atemporal em renda, acabamento em material estilo nobuck e em três cores diferentes, conseguindo agradar todos os estilos com sua sofisticação e resistência.

  
A Pacific traz uma novidade divertida e encantadora oferecendo a linha Baby Alive, feita de cetim estampado e com compartimento especial em formato de colant de ballet – com saia em tule e lacinho de cetim – para carregar a boneca.

Já a Nytron se faz presente com a força de grandes marcas como Hangloose, Cavalera, Redbull e Spector, que oferece variedade e alta performance para os clientes exigentes do mundo da papelaria.

Isso foi apenas um pouquinho do que estará lá, ainda temos muitas novidades a serem exploradas na Feira Internacional de Produtos para Papelarias, Escritórios e Escolas, que acontecerá do dia 5 a 8 de agosto no Expo Center Norte e que nós dá Um Remédio Chamado Ler estaremos fazendo cobertura e trazendo todas as novidades e tendências da papelaria para vocês.

6 de jul de 2018

Leitura em conjunto: Guerra e Paz - Liev Tolstói

09:11 3 Comments
Lindos e lindas, estou fazendo este post rapidinho para avisar que em dezembro (férias o/) teremos aqui no blog uma leitura em conjunto de Guerra e Paz do Liev Tolstói. O livro tem mais de duas mil páginas, então será dividido em 12 (doze) semanas de leitura (150 páginas por semana)

Estou comunicando com bastante antecedência, para quem tem alguma edição já retire da sua estante ou adquira o livro físico ou ebook para lermos juntos. 

Toda semana terá post aqui no blog e todo sábado discussão no grupo do whats do projeto que criarei em novembro e que postarei o link aqui, junto com as regras e cronograma da leitura. (O grupo no whats só durara para discussão sobre o livro)

Quem tiver interesse em participar, avisem nos comentários.  

11 de jun de 2018

TAG: Como eu Leio

11:00 3 Comments

1. Como você descobre sobre novos livros para ler?

Isso depende muito. Na maioria das vezes é por outros blogs, o que é frequente: lá estou eu lendo uma resenha quando de repente percebo que o livro é bom e quero ler. Além das resenhas, eu costumo digitar na barra de busca do google o gênero que to afim de ler naquele momento: "livros de aventura", "livros de romance sobrenatural", etc, e vou olhando nas imagens alguma capa de livro que me atraia, as sinopses, etc.

2. Como você entrou nesse mundo da leitura?

Minha história começa desde pequena, eu não sabia ler e tinha um desespero imenso para saber o que aquelas letrinhas juntadas significam, e conforme ia me alfabetizando, lia livros infantis, e daí foi uma evolução. 

3. Como seu gosto literário mudou com o passar do tempo?

Eu passei daqueles livros infantis - clássicos da Disney para aqueles livros juvenis como Coraline, A Turma do Gordo, Isso Ninguém Tira de Mim. Era um passatempo, sabe? Se tornou uma "obsessão" quando conheci sagas como Harry Potter, As Crônicas de Nárnia, Percy Jackson e os Olimpianos, O Senhor dos Anéis, e por aí vai: era fantasia e aventura com pitadas de mistério e investigação, como Sherlock Holmes. Quando cheguei no ensino médio, comecei a me aventurar por romance, começando com sagas como Academia de Vampiros e House of Night até chegar em romances de banca, new adult, romances sobrenaturais, hot, etc.

4. Com que frequência você compra livros?
É bem difícil, diria que atualmente está em um livro por mês. Eu leio muito, mas 90% é ebook. Pra eu comprar um livro ou é romance de banca ou um livro de saga de fantasia/aventura que sou muito fã.

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5. Como você entrou nesse mundo dos blog literários?

Eu fiquei com uma fixação por querer criar blogs, acho que tinha uns 13 ou 14 anos na época. Só que eu não sabia sobre o que escrever, e ficava pensando em mil coisas. Inicialmente pensei em criar um blog de moda, cheguei até a fazer um post sobre meias coloridas e personalizadas, mas aí percebi que não manjava muito de moda então todo post que eu fizesse levaria muito tempo e estudo - o que não é problema, mas na época queria algo espontâneo e que eu gostava: que era ler.

6. Como você reage quando não gosta do final de um livro?

Eu fico muito irritada, é que depende também do que me fez não gostar do livro. Achei o final muito triste? Choro. Achei ridículo demais? Falo da minha indignação para os meus amigos. Apesar de que antes de ler um livro eu penso 2 vezes: é um gênero que eu gosto? Li a sinopse, gostei? Vi resenhas, quais são as opiniões de outros leitores? E se percebo que a leitura não está fluindo e já não gostei do livro nos primeiros capítulos nem continuo a leitura, largo ele ali mesmo.

7. Com que frequência você espia a última página do livro para ver o que acontece no final?

Antes era praticamente impossível, odiava spoiler. Com o passar dos anos, minha paciência foi se esgotando, eu realmente odeio terminar um livro e pensar comigo mesma: "que livro merda, perdi meu tempo". É claro que eu entendo que não é porque eu não gostei que necessariamente o livro é ruim, gosto é gosto. Então se ta ruim antes de parar leio o final só pra saber como é e se vale a pena continuar a leitura - isso também ocorre quando é romance e eu quero saber se o casal vai ficar junto no final.

Essas foram minhas respostas para a tag Como eu Leio, e vi essa tag no Livros e Diarices. Quem quiser pode fazer ou nos comentários ou no próprio blog. Beijos e até a próxima.


25 de mai de 2018

Resenha: Vintém de Cobre: Meias confissões - Cora Coralina.

11:00 2 Comments
Editora: UFG Páginas: 213

Esse ano li em torno de 30 livros e o único de poemas que me atrevi a ler foi o da Cora Coralina. 

Não sou grande fã de poemas (apesar de ter alguns livros da Hilda Hilst, que estou doido para ler), mas enfim, este livro eu AMEI. Talvez por ser algo autobiográfico e simples. Inclusive favoritei Vintém de Cobre na minha estante do Skoob.

A escrita da Cora Coralina, a princípio pode parecer primária e pedestre, mas é um texto cheio de nuances, sabedorias e emoções que só uma verdadeira poeta conseguiria imprimir em seus textos.

Vintém de Cobre é recheado das memórias da infância de Cora, uma infância pobre e sem autoestima. Quando criança, Ana (nome verdadeiro da autora), sofria as restrições impostas pelo sertão de Goiás, numa fazenda pequena, com uma mãe que adoecera logo após o parto de Ana. E órfã de um pai morto ainda quando Ana era criança.

Ao longo do livro, é notável que Ana (ou Cora) se considere uma pessoa aquém da sociedade, sem talento para escrita e sem beleza. O próprio título do livro sugere isso, quando a autora reduz as memórias de uma mulher batalhadora e forte, a reles vinténs de cobre. 

Mas além das memórias de uma infância triste, o livro ainda contém vários ditos de sabedorias, e verdadeiros estudos de antropologia, da mesma forma que ela separa os homens em três elementos: Vinho, Vinagre e Água, ela faz um estudo perspicaz sobre o ditado "Não de o peixe, ensine a pescar" e uma análise sobre o homem da roça e também, sobre as coisas boas do campo. Se a pessoa tem uma memória afetiva com o campo, como eu, vai se emocionar com os escritos dessa doceira de mão cheia e poetisa de coração cheio. 

Não sei muito bem fazer resenha, quem dirá, de um livro de poemas hahaha. Mas super recomendo o livro que acalantou muito meu coração e me deixou triste em alguns momentos também haha

23 de mai de 2018

Resenha: Se Eu Fechar os Olhos Agora - Edney Silvestre

11:00 0 Comments
Editora Record. Páginas: 308
Eu adoro quando me surpreendo positivamente com um livro. E esse livro me surpreendeu, e muito.

Primeiro romance do jornalista Edney (fora isso, ele tinha escrito contos e crônicas), foi publicado em 2009 e teve um hype por ter ganhos vários prêmios importantes. 

Provavelmente, esse livro vai voltar a ser hype já que a Rede Globo lançará uma série para 2019. Com um elenco de peso, composto por Mariana Ximenes, Débora Falabella, Murilo Benício, Antônio Fagundes, entre outros….

A princípio pensei que era um livro erótico, talvez pelo nome me lembrar o filme do Kubrick, de 99, "De olhos bem fechados" estrelado pela Australiana Nicole Kidman e por Tom Cruise (Sim, nada a ver hahahahaha).

Depois pensei que era um livro AY estilo Marina do Zafón, mas, logo afastei a hipótese pelos temas delicados abordados como racismo, machismo, abuso sexual, prostituição, relações tóxicas, abuso de poder, ganância, chantagem, além dos palavrões e conotações sexuais que o tornam um livro de romance policial adulto. 

A história se passa no interior do Rio de Janeiro, nos anos 60. Com plano de fundo de acontecimentos importantes como a construção de Brasília, primeira viagem espacial e flashbacks sobre a ditadura Vargas.

Dito isso, vamos a história....

Paulo e Eduardo, são duas crianças que possuem uma amizade bem sincera. Eduardo tem uma família até que estruturada. Já Paulo, criado pelo pai e pelo irmão, sofre as agruras de um pai agressivo, num lar violento e um irmão que só pensa em sexo.  

Até que, em um belo dia, ambos encontram uma mulher assassinada brutalmente com várias facadas, sem o pedaço do seio e com as roupas em frangalhos (Sim, uma cena bem triste).

Aos poucos saberemos que a mulher morta é Anita, uma mulher má- afamada, casada com um dentista que assume a autoria do homicídio. 

Com a "pulga" atrás da orelha, sobre a resolução deste homicídio, os amigos Paulo e Eduardo encontram a ajuda de um idoso, Ubiratan,para ajudar na investigação do crime.

Os personagens são um pouco unidimensionais, com exceção de Ubiratan que tem um arco bem triste envolvendo a ditadura Vargas.

A história vai se embrenhando por caminhos tortos e difíceis de engolir. As atitudes dos personagens são intragáveis.... Nossa Senhora, dá muita raiva hahaha. Eu gostei do final, apesar de ter umas pontas soltas sem resolução e a motivação de alguns personagens não faz muito sentido. Todavia, acredito que isso seja proposital para que haja discussão entre os leitores (Eu amo isso).

Vou parar por aqui, por ser um livro policial não quero estragar a leitura de quem o ler. Pois, vale muito a pena descobrir quem é o(a) assassino(a) da Anita (?) e se emocionar com o final melancólico.

27 de abr de 2018

Cinco motivos para ler: Mia Couto

11:19 2 Comments
Mia Couto, pleníssimo

Li por esses dias, Lueji - O nascimento de um império do Pepetela, e me deparei com a seguinte conclusão: EU SOU APAIXONADO PELA LITERATURA AFRICANA.

Por isso, resolvi fazer um post sobre Mia Couto, um dos meus escritores favoritos. Então, reuni cinco motivos para ler Mia Couto.





1| África

Mia Couto, além de escritor é biólogo, e é de Moçambique. Ultimamente para mim, a literatura africana tem sido de muito valia. Além do Mia e do Pepetela, tenho lido Chimamanda. E o que me impressiona e instiga a ler literatura africana, é o universo literário ligado ao universo vivido pelo autor. 

Todos sabemos que muitos países da África passam por extrema penúrias, muito por causa da colonização europeia e de guerras civis (Pesquisem sobre o genocídio de Ruanda). Mas temos que levar em consideração, que além das tristezas, os países africanos são coloridos, possuem uma cultura milenar e lindíssima. Nos livros de Mia Couto, é demonstrado as crendices, a fé, as danças. 

Um novo e belo universo.

2| Estilo lírico

As histórias contadas por Mia Couto, parecem mais um sonho. 
É lírico, poético, sensível. Aquele tipo de leitura que aquece a alma, sem exageros.Além do lirismo, Mia é adepto do realismo - fantástico, um grande expoente junto com Borges e Gabriel García Márquez.

Além do jogo de palavras que ele utiliza. Por exemplo, os nomes dos personagens, o nome das vilas e cidades, tudo faz parte da história. Cada nome tem um objetivo por existir. Por exemplo, um vila chamada esquecimento, uma moça chamado saudades. Além de criar palavras para causar aquele estranhamento e submersão em suas histórias. 

3| Histórias lindas 

As histórias deles fogem do lugar comum. Dele eu li os romances O outro pé da sereia e Venenos de Deus e remédios do diabo, e os livros de contos Estórias abessonhadas e Cada homem é uma raça.
E as histórias são geniais e ao mesmo tempo, poéticas. Geralmente, as histórias giram em torno de conflitos existenciais, éticos e familiares. Só lendo para entender (hahaha).

Por exemplo em O outro pé da sereia, um casal de aldeões encontram nas margens de um rio, uma santa, sem um pedaço do pé. Guiados pelo curandeiro da aldeia, o casal tem a missão de levar aquela santa para um igreja, sob pena, de uma maldição. E a igreja mais próxima, é a vila onde morava a mulher do aldeão. Uma história de saudades, reencontros, tristeza e fé. 

As histórias de Mia Couto são difíceis de resenhar, por causa da subjetividade e das complexidades de sentimentos que a leitura causa. Então aconselho a leitura integral dos livros sem saber nada da história. 

4| Ligação com o Brasil

Os livros de Mia, tem muita referência ao Brasil, com personagens brasileiros muito interessantes. Em O outro pé da sereia, há um casal de jornalista brasileiros que vão na cidade onde se passa a história para fazer um documentário. Couto, já falou em entrevistas, sobre sua ligação com o Brasil e com a literatura brasileira. 

5| Critica social.

Para mim, um bom livro é aquele que além de artístico, envolve crítica social. E isso tem de sobra nas obras do Mia Couto. Violência doméstica, guerra, charlatanismo, volta ao lar, esquecimento das tradições, preconceito, entre outros, estão entre os temas abordados na obra desse gênio.

Por fim, super indico os obras desse autor.